Quando a saudades não cabe mais dentro do peito ela transborda pelos olhos. Não me lembro mais quando foi a última vez que falamos. Se foram palavras doces ou duras. Se sorrimos ou fizemos cara de mal. Se revirei os olhos para alguma piada boba ou se te encarei apaixonada.
Só lembro que você não está mais aqui. Em todos os dias da minha vida, quando qualquer besteira acontece eu quero correr para ti contar. Mas já não é mais permitido. Não é mais possível. As vezes esqueço a tua ausência e quando a recordo o peito dói forte. Uma dor que não tem cura, explicação ou saída.
E quando a falta é tão intensa, que não cabe mais só dentro da dor que sinto no peito, eu choro. Choro porque você me faz falta todos os dias. Em todas as horas. A cada segundo. Choro porque eu queria, só mais um minuto, um dia, uma vida pra dizer o quanto te amo.
Eu sei que essa dor nunca vai passar. Que a saudade de tempos em tempos vai apertar. Que em noites de chuva em vou lembrar. E em dias de sol eu vou recordar. Eu sei. Sei que mesmo ausente você sempre está presente. Que enxuga cada lágrima do meu rosto com seu sorriso maroto. Mesmo que eu não veja, eu sinto.
Mas tua presença ausente, não me faz companhia. Não me aquece nas noites frias, não me embala nas horas de medo e nem me acalenta na saudade. Tua ausência presente me deixa com saudades. Teus sussurros que não ouço ecoam pelos meus ouvidos, me lembrando que a tua voz rouca nunca mais vai me despertar em domingos preguiçosos.
Eu sinto falta de ti. Mesmo que outros estejam aqui. Eu divido meus sonhos com quem não entende. Me aventuro por rumos que eu não tenho fé e no final das contas é no teu retrato que eu termino o dia. Com um beijo de boa noite singelo, que diz mais sobre a minha solidão do que eu queria dizer.
Eu só queria uma chance de me despedir. E se eu tivesse eu iria com você. Por toda a eternidade. Porque nada nessa vida vale a pena sem teu sorriso, sem teus braços me apertando, me jogando pro alto e me fazendo cocegas. Nada nesse mundo tem sentindo sem teu olhar me acalmando, sem tuas mãos me abalando, sem teu amor me tocando.
Eu só queria uma última chance de te sorrir. De te ouvir, de falar o quanto te amo e ouvir, daquele jeito meio bobo, que você me ama mais. Uma última chance de saber, que independente do que a vida decidiu, um dia ainda existirá eu e você.
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Uma mulher que só pensa em casar, uma pessoa que se sente marciana, encontros, desencontros e reencontros de amor, um homem que se sente atraído por uma mulher, uma mulher que se apaixona novamente pelo colega de escola, alguém que é traído, alguém que está apaixonado e alguém que sente uma saudade infinita. 