Você gostaria de ler? Preciso de opiniões…
Amigas inseparáveis e uma frase profética. Suzana de olhos cativantes e um sorriso que ilumina tudo, se fez forte diante situações difíceis, ao seu lado Fabrício, no seu coração Gabriel e na cabeça o desejo de ser feliz que transbordava de seu olhar.
A previsão feita por uma cigana demorou, mas Suzana teve a prova que era verdade. Demore o tempo que for preciso, mas uma história de amor, sempre tem final feliz, mesmo quando as esperanças não existem mais, mesmo quando um amor vivido fique somente em nossas mais doces lembranças, ou nem tão doces assim. Destino, se você acredita nele! Não desperdice sua chance…Amar só se ama uma vez…
Momentos
A solidão que socializa
sinceras. Teve uma vez que saí com uma mulher que dizia ter 33 anos e, no final, me confessou que tinha 40. Apesar disso, acho que as pessoas são sinceras sim”, afirma.
sempre cerca de seis em contato para sair. Mais de seis é difícil de administrar”.
Eu estava muito curiosa e confesso que apaixonada por ele. Mesmo sem conhecer pessoalmente, sonhava e fantasiava coisas com ele. Acabei topando sair. Fomos num barsinho bem conhecido e tomamos uma cerveja. A conversa rolou como se nos conhecêssemos há anos. Cada minuto que passava, ficava mais fascinada por ele e saímos juntos todos os dias naquela semana.
Quando chegou sábado, ele disse que iria viajar, e eu mandei uma mensagem para o celular dele toda apaixonada. Meu celular tocou e eu atendi toda feliz. Mas não era ele e sim a namorada. Fiquei muito triste e confesso que com bastante receio da internet”. (Mariana*, 26, estudante).
Ele era muito companheiro, carinhosoe romântico. É difícil ver um homem assim. Começamos a namorar. Foi seis meses só de alegrias. Depois veio um presente, mas que deixou o Pedro* bastante nervoso.
Eu engravidei. Ficamos com medo. Pedro* falava muita besteira e coisas que me deixavam triste. Depois que ele viu a primeira foto do bebê, ficou todo animado e esqueceu tudo que havia falado e pensado em fazer.
O tempo passou e chegou a hora do Matheus nascer. Foi uma loucura. O Pedro* estava trabalhando e eu com ele. Chegamos ao hospital em cinco minutos. Foi muita loucura e correria, mas o Matheus nasceu. Pedro*, que é branco, ficou mais branco e o médico não queria dar o bebê
para ele segurar.
Depois, Matheus foi crescendo e queríamos ter nossa casa. Foi um bom tempo de espera, procurando e vendo o que dava para pagar. Mas conseguimos e, hoje, temos nossa casa, nosso carro zero Km e nosso filhão, que, com um ano e quatro meses, está mais esperto do que o pai.
Às vezes, da vontade de ir embora, de volta para casa de minha mãe por causa de umas briguinhas. Mas daí, bate uma saudade… Dizem que um casal tem de ter brigas, né?”. (Bianca*, 21, estudante).
A busca exagerada por alguém pode demonstrar uma insatisfação consigo mesmo. “Possivelmente, as pessoas, que ficam sempre buscando, não encontram satisfação num espaço próprio, sentem-se inseguras. Então, estão sempre buscando fora delas e nunca se satisfazem”, alerta Gonçalves. “Isso torna as relações frágeis quando elas acontecem, pois há uma idealização da outra pessoa e uma crença de que ela vai resolver todos os problemas”, completa a psicóloga.
Um aspecto negativo, apontado por Gonçalves, são as personagens criadas: “o ideal é que as pessoas se mostrem, como são, na internet. As pessoas que não se mostram, geralmente, têm uma carência muito grande, uma auto-estima baixa, não se aceitam, gostariam de ter uma outra vida. Então, se reinventam”.
A reinvenção de si mesmo, como a psicóloga chama, demonstra uma insatisfação com a vida e dificuldades para mudar o que não se gosta: “é importante a pessoa se dar conta do que a está abafando, oprimindo e porque ela não põe em prática seus desejos”, aconselha.
As paixões virtuais ocorrem por novos paradigmas como explica Gonçalves: “para entendê-las, é preciso que se crie novos paradigmas, porque se ficarmos presos ao olho no olho, atração física, tom de voz, não vamos aceitar as relações amorosas pela web”. Segundo a terapeuta, o que possivelmente existe, na internet, é a cumplicidade, a troca de confidências, as fantasias compartilhadas. Não existe a presença física.
“A internet está aí, e possibilita que as pessoas se conheçam e construam vínculos,antes de uma relação real. Abre caminhos, abre portas”, afirma Gonçalves.
– Quando você se descreve diferente do que você ou sua vida é realmente. Isso é um alerta para si mesmo.
– Quando não consegue estabelecer pontes entre o mundo real e o virtual.
Ilusões
Tudo foi tão lindo, pelo menos pra ele. Como se conheceram. Como se amaram. Como ela topou todas as pedras daquele caminho. Ela era tão dedicada, tão companheira, gostava de tudo que ele gostava.
Ele não media esforços pra agrada-la. Shows, teatros, jantares em restaurantes bons, viagens. Tudo que ela queria. Cursos, roupas, jóias. Ela merecia.
Deixou por ela o amor da outra. Abriu mão da família, dos amigos sinceros, de tudo. Ela era especial. Era tão sincera, amava tanto ele, capaz de tudo por ele.
Agora isso. Formada, mestrada e com escritório próprio não precisava mais dele. E ele ali… Sem saber que rumo tomar.
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Esse caso até da uma certa vergonhasia alheia, né Rani?
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Pior é que as vezes é bem assim e só eles não enxergam…
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Noites de verão
“Desentimentalizada”
Sou marciana, e daí?
Os Titãs acertaram em cheio naquela música. E fazendo uma homenagem a eles termino com essa música que é uma ótima crítica a sociedade brasileira.
Um dia normal
Coisas da vida
Desde o primeiro dia em que se viram Fabiana pensava: “Como pode a gente não estar juntos?”. O engraçado é que eram amigos, parceiros em todos os sentidos. Eram colegas de faculdade, faziam todos os trabalhos juntos. Conseguiram estágio no mesmo lugar. Iam e voltavam da faculdade e do estágio sempre os dois. Gostavam do mesmo tipo de música, de filme, de festa, das mesmas bebidas. Acabara, tornando-se confidentes. Mas naquele dia viraram amantes. Tudo começou numa brincadeira sem nexo de amigos dançando. Uma noite qualquer, apenas mais uma festa. Uma noite linda.
Fazia tempo que Bernardo havia terminado um namoro longo e que havia abalado suas estruturas. Procurava, na verdade, ele um grande amor. Fabiana levava sua vidinha tranquila com um casinho pacato demais para a vida dela, sempre tão agitada.
Sei lá porque de uma dança juntos, passou a ser todas. Um abraço virou um beijo envergonhado na bochecha. E do beijo envergonhado as mãos se deram e das mãos saíram labaredas que chamuscavam o corpo inteiro. O beijo ardente aconteceu naturalmente e daí a saírem juntos da festa e irem pra casa de Bernardo foi simples. O complicado foi o acordar e se encararem. O que havia acontecido? Uma noite apenas?
A duvida agora pairava no ar. Como se olhariam, como seria o próximo dia? Ambos sabiam que não existia nada mais além daquele desejo. Poderiam manter uma amizade e o desejo latente sem se machucarem ou sem um dos dois se apaixonarem? As duvidas dela eram pertinentes as dele. Precisaria-se saber quem daria o primeiro passo, quem teria coragem de dar o primeiro oi. Quem fingiria que nada aconteceu?
