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Quando Regina olhou novamente o menino realmente tinha um pequeno defeito no rosto, mas não deixava de ser um homem charmoso. Regina sempre brincava com a amiga que um dia ainda ia dar uns beijos no tortinho, quando estivesse bêbada.
Bianca e Márcia sempre saiam juntas. Freqüentavam uma mesma danceteria onde o namorado de Bianca, Renato, trabalhava. Iam lá dançavam, brincavam, bebiam e no final exaustas voltavam para casa. Todas as vezes que elas iam a danceteria havia um menino que ficava paquerando Bianca à distancia.
O menino era muito estranho, parava perto delas e ficava olhando para Bianca fixamente, fazendo caras e bocas. Mandava uns beijinhos, entortava a boca, dava umas piscadas e as gurias se divertiam com aquilo. Um dia ele tomou coragem, ou bebeu demais, e se aproximou dela:
-Você é tão linda e está sempre sozinha aqui. Por que?
Bianca não teve duvida, chamou Márcia a abraçou e disse:
-Eu nunca estou sozinha. Estou sempre com ela!
O menino olhou com cara assustada. Ficou emcarando as duas abraçadas e depois saiu correndo.
Depois de umas duas semanas um outro menino chegou perto de Márcia:
-É verdade aquilo que a sua amiga disse para aquele cara? – Apontando pro menino fissurado em Bianca.
-O que? – Márcia interessada em saber.
-Que vocês são lésbicas ?
Einstein disse: “Se as abelhas desaparecerem da face da Terra, a humanidade terá apenas mais quatro anos de existência. Sem abelhas não há polinização, não há reprodução da flora, sem flora não há animais, sem animais, não haverá raça humana.” E uma pesquisa realizada em 2008, pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, afirma que 36% das 2,4 milhões de colméias foram destruídas pelos distúrbios do colapso das colônias. Não sei o que é esse tal distúrbio, mas sei que com isso muitas abelhas morreram.
E se eu continuar com essa lista de afirmações sobre o fim em 2012 vou longe. Teoria dos Papas, dos OVNIs, do I- Ching, e até a gripe suína pode ser usada como uma premonição do fim próximo. Isso sem falar nas questões númericas e coincidências que giram em torno da data escolhida: 21/12/2012.
Ceticismos e crendices a parte. Até agora o que me chamou mais atenção foi um norueguês nesse site: http://projectcamelot.net/benazir_bhutto.html. Ele afirma que faz parte do governo e, que por lá, estão sendo construídos tuneis e alojamentos subterrâneos, assim como em outros paises. E que todos os governantes sabem da ameaça que virá dos céus. Um tal de Planeta X, que provocará devastação e muitas mortes. Ninguém que estiver em cima do solo sobreviverá. É fato e bem conhecido que a pouco a Noruega inaugurou o “Cofre do fim do mundo”, que começou a ser construído em 2007 e serve para abrigar sementes de plantas para preservação. Será que é só um cofre pra sementes mesmo?
Não sei. Não creio no fim do mundo. Já se ouviu tantas profecias, histórias e teorias e nada aconteceu. Acredito que haverá mudanças sim. Não especificamente em 2012, mas ao longo dos anos. Assim como desde que conhecemos a história da humanidade houveram.
Doenças novas sempre aparecem e desaparecem. Aquecimento global, esfriamento global, mudança polar, tudo culpa do homem e suas experiências com a natureza. Nada que não seja consequência de nossos próprios atos.
Mas tudo isso me fez pensar: Se o fim está próximo o que eu realmente gostaria de fazer? E sabem a que conclusão cheguei? Eu apenas gostaria de viver. De existir. Existir como pessoa. Fazer a diferença. Produzir algo realmente importante. Não que eu não viva. Não que eu não exista. Não que eu nunca tenha feito algo de importante. Mas apenas isso.
Se o fim do mundo realmente chegasse eu queria poder contar ele. Queria poder escrever sobre ele e deixar de herança para os próximos. Afinal, sempre existirão os sobreviventes. Por mais fins de mundo, ou fins de Eras que se possa viver, sempre existe a continuação da raça.
Não deixar previsões apocalípticas para eles. Porque essas realmente de nada servem, a não ser gerar pânico e ansiedade. Mas deixar a história do que realmente nos aconteceu e porque aconteceu. Fazer com que entendam e aprendam com nossos erros. Nossa crueldade com a natureza e como esgotamos todos os recursos que ela nos oferecia.
Se existe realmente uma praga. Se existe realmente um grande parasita no mundo. Esse somos nós. Se o mundo realmente acabar em 2012, um dia quem sabe os sobreviventes vão achar no mundo virtual essa crônica e saber que nós fomos os culpados de tudo.
E você o que, realmente, faria se fosse o fim de tudo?
As pessoas costumam se gabar por ter muitos amigos. Eu não. Tenho conhecidos e amigos. Amigos são aqueles, que você morreria por eles. Aquelas pessoas, que mesmo depois de uma briga, um puxão de orelha ou um arranca rabo seguem do seu lado. Pessoas que você fala “eu te amo”, sabendo que não tem nenhuma maldade nisso.
Amizade não é só para momentos ruins. Mas é neles que se vê quem realmente sempre está por lá. E nas horas difíceis que eles se mostram amigos de fato ou apenas conhecidos. E como sempre, depois da tempestade vem um lindo dia. É com eles, aqueles que estiveram durante a tempestade, que devemos brindar o sol.
Amizade não se garante pelo contato ou pelo número de vezes que se está junto. Amigos não precisam morar na mesma cidade, no mesmo estado e, nem, no mesmo país para continuarem sendo especiais. E nisso estou virando expert. Algumas pessoas eu posso passar anos sem ver, sem falar e até sem ter notícias. Mas basta cinco minutos de conversa para tudo voltar ao normal.
Amizade a gente escolhe a quem dedicar. E em alguns casos a gente nem sabe direito porque. Alguns amigos não tem nada haver conosco. Outros parecem ser iguaizinhos. Uns detestam tudo que você adora e você detesta tudo que eles adoram. Mas mesmo assim são amigos.
Tem vários tipos de amigos. Os confidentes, os pau pra toda obra, aqueles que são parceiros de aventuras e os que nos inspiram a ser alguém melhor, a fazer a coisa certa ou a olhar de outro ângulo.
Meus amigos são assim. Um pouco de cada coisa. Cada um do seu jeito. Uma mistura de tudo que há de melhor na vida. Pessoas quem me fazem bem, que me deixam feliz só pelo fato de existir. Meus amigos eu amo. Tento proteger, ajudar e, se preciso, puxo as orelhas. Dou risada e choro junto. Posso tomar uma cerveja ou uma copo de água. Ficar horas sem fazer nada, simplesmente em sua companhia e achar que foi o dia mais maravilhoso.
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FELIZ DIA DO AMIGO!!!! Aproveite o dia de hoje pra lembrar de todos que são especiais e não esqueça de dizer a eles! Afinal, amigos são presentes especiais de Deus em nossa vida!
Nos bares da Cidade Baixa, à noite, crianças circulam vendendo flores, figurinhas, panos de prato e engraxando sapatos. Elas vêm dos pontos mais variados de Porto Alegre. A maioria é menor de 13 anos e trabalha naquela zona devido ao movimento dos bares com mesas ao ar livre. “A gente não pode entrar nos bares e aqui tem um monte de mesinhas na rua, então é mais fácil de vender”, conta uma menina de sete anos que vende flores.
Lei x Realidade
De maneira geral, as crianças não atrapalham o comércio dos bares, mas muitos clientes acham inconveniente e outros ficam revoltados porque ninguém toma providência. “Essas crianças deveriam estar em casa brincando, é direito delas”, indigna-se Maria Santos, 29, funcionária pública e freqüentadora de bar na Cidade Baixa.
Pais x Drogas
O garçom de um dos bares mais freqüentados do bairro, que não quis se identificar, conta que os pais controlam o trabalho de seus filhos. “Cuidado que se eles te virem vão querer saber o que tu quer com as crianças”, alertou à reportagem.
Como agem os orgãos competentes
Moradores, comerciantes e freqüentadores dos bares locais afirmam que nunca assistiram a uma ação do Conselho Tutelar na região de bares da Cidade Baixa. “Quinta feira passada eles andaram por aí, mas não fizeram nada com as crianças; elas continuaram trabalhando normalmente”, criticou o garçom.
Faltam ações
Conforme moradores e trabalhadores dos bares e comércio da região, o número de crianças cresce cada vez mais. Eles afirmam que ligam seguidamente para o Conselho Tutelar informando que as crianças estão trabalhando e se drogando. “Eles passam com a Kombi por aqui, olham e vão embora”, relata o funcionário de um bar que pediu para não ser identificado.
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Matéria publicada no Jornal Universo Ipa em outubro de 2006. Quer ler na integra? Acesse: http://www.universoipa.edu.br/
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Pena que nada mudou pela Cidade Baixa…
Um dia Cristina resolveu ceder ao galanteio de Ricardo. Saíram, tomaram alguns drinques e acabaram ficando juntos aquela noite. Cristina encantou-se por ele e ficou pensando porque tinha demorado tanto tempo a dar uma chance. O romance ia de vento em polpa e sempre que podiam viajavam para se encontrar.
Porém, um dia ele foi convidado para fazer um trabalho na África e passou seis meses sem dar noticias. Segundo ele lá não existe telefone, internet, correio e nenhuma outra forma de comunicação. Quando retornou ao Brasil ligou para Cristina e marcaram de sair. Ela não sabia muito o que ia acontecer, mas sabia que não queria ficar com ele. Já que ele havia dito que levaria mais dois amigos ela resolveu chamar suas amigas e foram para uma danceteria.
Chegando lá, Cristina deu de cara com Marcelo e suas perninha começaram a tremer. Fazia algum tempo que ela estavam e ela bem apaixonada por ele. Quando Marcelo a chamou para irem embora juntos, ela foi esquecendo completamente de Ricardo. Saiu e nem se lembrou de avisar as amigas.
Ricardo ficou muito indignado, pois jurava que levaria a menina para casa. Saiu chutando pedrinha, chorando e resmungando igual a uma criança que perde seu brinquedo favorito.
No dia seguinte, Ricardo estava com seu orgulho ferido e os dois amigos zoavam dele. Afinal ambos tinham saído acompanhados pelas amigas de Cristina. Ele para não sair por corno tentou resolver a situação humilhando Cristina e suas amigas. Ligou para a moça e disse que ele e seus amigos agradeciam e noite maravilhosa que as meninas tinham propiciado. Cristina que sempre foi ingênua para algumas coisas, principalmente com os homens, ficou feliz com as palavras de Ricardo e acreditou que ele não estava chateado. Ligou para uma de suas amigas para contar. A amiga ficou indignada e falou que na verdade ele estava puto e tinha tentado humilha-la. E pior ofendendo a todas.
– Ricardo? Cristina. Só quero te dizer uma coisa. Eu e minhas amigas ficamos muito felizes de ter divertido você e seus amigos. Mas fala a verdade… Você saiu de lá choramingando? Bem feito, porque a gente só da valor as coisas depois que perde.
Eu não estou trabalhando, então pra mim, elas não tem cara de libertação. É dia de meio expediente no quartel, o que significa que o maridão vai chegar cedo em casa e vamos passear ou não vamos fazer nada. E o fim de semana é eleito, sem duvida nenhuma para se fazer coisas agradaveis. Que varia de ser humano pra ser humano. Por exemplo, o Paulo, adora limpar o carro. Eu adoro não pensar em nada.
Mas já teve épocas que a sexta tinha cara de libertação. Cara de “Eba! Fim de semana chegando”. Não que agora eu não comemore mais os dias de descanso. Mas comemoro de forma diferente.
Então para todo mundo que comemora a sexta como o dia da libertação, uma ótima sexta e um maravilhoso fim de semana!!!