O dia que ele disse que estava apaixonado por outra

O dia que ele disse que estava apaixonada por outra o mundo caiu na minha cabeça. Por mais lógico que a gente pense que pode acontecer com qualquer casal, eram 12 anos. 

Anos em que todas as lembranças tinha o mesmo gosto, o mesmo cheiro, a mesma fisionomia. Anos que viraram uma vida. Que geraram vida. Onde a complexidade, o carinho e a conexão existiam.

No dia que ele me disse que estava apaixonado por outra eu liguei o foda-se. Gritei, chorei, chantageie, me humilhei. Implorei para que a gente tentasse: a resposta foi não. Minhas decisões acarretaram consequências e não posso voltar atrás. Não era não querer, era poder. O poder de alguém que convivia ao meu lado conseguiu ter. 

Quando ele me disse quem era a outra doeu mais. A outra se passava por amiga, frequentava a minha casa, comia na minha mesa, se fazia de querida. Levava o marido junto pra esfregar nas nossas caras a humilhação. E a gente não percebia nada. 

O dia que ele disse que estava apaixonado por outra eu fiquei perdida, confusa, sem chão. Mas ele ainda andava de aliança, ele ainda me chamava de amor, ele chorava como se estivesse sofrendo. Nada importou. Nem a amizade, nem o amor, nem o carinho e a cumplicidade. Nada. Nem nosso filho importou. Veio aquele papo de que nunca vou deixar de participar da vida de vocês. Ao mesmo tempo que nem um abraço ele era capaz de me dar. 

No dia seguinte o papo já era diferente. Só pegaria o menino na porta, quando desse. No final das contas tudo que existiu se acabou. Tudo que construímos juntos desmoronou. Apenas com uma simples frase, numa noite de sábado, depois do jantar e de termos passado o dia organizando o que levar para nossa ex casa nova. 

Se dói? Dói demais. Dormir se tornou impossível, acordar é trabalhoso, comer da vontade de vomitar. E não é separação em si, mas a forma como foi. A forma como as coisas aconteceram. A forma como fui  traída dentro da minha casa, pela pessoa que eu mais amei e por uma pessoa que se fingia de amiga. 

Eu não tive direito de tentar, não tive uma chance, como tantas ele teve. Eu não me prepararei para o que estava por vir. Simplesmente veio, me arrancou um pedaço e me deixou oca por dentro. Quem sou eu agora que não somos nós?

O Desconhecido

Um dia eu abri a porta e quem eu encontrei sentado na sala vendo tv era um desconhecido. Na programação um filme de terror. Algo tipo A Hora do Pesadelo 3, com menos sangue e mais drama. 

O desconhecido me encarava como se não me enxergasse. Nos seus olhos faíscas de raiva brincavam e nas suas palavras doses de veneno eram liberadas homeopaticamente para ferir. 

Fisicamente ele ainda era o homem que vivi a última década, mas no seu olhar não havia mais vida. 

Eu não sei como os amores acabam. Mas sempre pensei que era algo que acontecia com o tempo, com a rotina, com sinais sutis no dia a dia. Não de uma hora pra outra. Não sem a gente conversar ou falar. Não sem pelo menos se tentar. 

Mas foi assim. Assim o desconhecido se instalou na minha casa. Da noite pro dia e sem ao menos colocar na balança o que significava tudo isso. O desconhecido e sua repulsa. O desconhecido e nossa vida destruída. O desconhecido e o medo. O desconhecido e uma vida inteira jogada fora e outra para ser desbravada. 

No final o desconhecido me fez um favor. Me mostrou que eu ainda vivo, pulso e sou capaz de recomeçar. De uma forma totalmente nova e sendo quem quero ser. Vivendo novas vidas e possibilidades, vivendo novas histórias e, principalmente vivendo a minha vida. 

Um furacão com nome de mulher

Quando eu percebi nossa história toda havia sido apagada. Das redes sociais, da vida, das memórias. Nada parecia fazer sentido. Da tarde pra noite o mundo desmoronou na minha cabeça, tudo virou pó e restou a dor intensa de quem não entende da onde o tiro veio.

Eu fiquei em pedaços. Devastada por um furacão com nome de mulher. Mas mais ainda pela fragilidade do abrigo que sempre considerei seguro.

Não foi a tormenta. Não foi a traição. Não foi o furacão. Foram as palavras duras. A necessidade urgente de cortar completamente cada elo de ligação. Como se uma década não fosse nada. Como se tudo tivesse sempre sido uma mentira constante.

E dói acreditar. Dói entender. Dói aceitar que tudo que existia se esvaziou assim. Porque não é da noite pro dia. Porque não foi falado, conversado. Porque simplesmente parece que nunca existiu.

Estamos sorrindo e fazendo planos em um dia e no outro chorando como se houvesse um velório. O enterro de uma família, de muitos planos e sonhos. O velório da cumplicidade. O enterro dramático do amor.

E agora a distância é exigida. Exigida por quem te abandona. Mesmo que você precise de apoio. Parece que existe raiva, que existe rancor, da parte que não deveria. Quer dizer que passamos a ser dois desconhecidos? Ou que a pessoa que foi a vítima é a culpada. A culpa de não ser avisada ou seria a culpa pela culpa que o outro sente e não admite?

Agora toda a culpa é minha. Você não fez isso, você não fez aquilo, você vive num mundo dos sonhos, você isso. E você? E quando foi que essa pessoa covarde surgiu e meteu os pés pela mão? E quando foi que você desistiu. Porque eu me lembro. Me lembro de cada minuto, de cada segundo e de quantas vezes foi você a fugir.

Mas ninguém aponta o dedo e pergunta  e você por que não falou? E você por que não investiu? E você por que não incentivou?

Talvez eu tenha culpas, mas de todas as que me atribui não carrego nenhuma. A minha culpa foi acreditar, confiar e me entregar, em todas as formas e sentidos pra uma pessoa que nunca soube valorizar os sacrifícios que eu fiz e que foram sua culpa. A minha culpa foi ter sempre colocado em primeiro lugar o amor, a cumplicidade, o outro, não a mim. A minha culpa foi amar. Foi acreditar que isso bastaria. A minha culpa foi confiar, foi abrir a minha casa, a minha vida. A minha culpa foi deixar que o furacão entrasse pela porta da frente.

Mas em um mundo onde ser de verdade, do bem e confiar no outro é sinônimo de ser trouxa, em uma realidade onde jogar sujo parece ser recompensado, eu ainda escolho acreditar no amor. Porque meu sorriso ninguém me tira. E um dia, eu ainda serei eu. E você será o resto do que um dia foi.

Mais Maria

Se eu tivesse sido mais Maria ou talvez mais academia ou quem sabe mais materialista você ainda estaria aqui. Mas aí, eu não estaria.

Se existe uma coisa que me orgulho é de ser quem sou. Todos os meus defeitos e qualidades são os mesmos. Meus ideais, crenças e moral são as mesmas. Não fui eu quem mudei. Eu sou exatamente a mesma pessoa por quem você se apaixonou.

Um pouco mais madura, é verdade. Menos impulsiva, é natural. Mais tranquila o que é resultado do tempo. Mas ainda assim a mesma pessoa que você amou.

Eu sou quem sou e quem sempre fui. O tempo me solidificou, me ensinou o que é de verdade, o que realmente me importa e  que o meu sorriso ninguém me tira. Aquele sorriso que você idolotrou.

Sou forte, sou guerreira. Apanho, caio e levanto sem deixar que o brilho no olhar se apague. Aquele olhar que te hipnotizou.

Sou quente, sou vida, sou o furacão quando precisa e a calmaria necessária. Sou aquela que não desiste, que joga a toalha só quando mais nada resolve. Decidida, forte, segura. Sou a mesma menina que você se encantou.

Sou carinhosa, leal, fiel e honesta. Sou o Porto Seguro, a âncora, o rumo, a alvorada e o pôr do sol. Eu sou o sol, a lua, as estrelas e todo o Universo. Aquele Universo que era seu.

Não fui eu quem mudei. Não fui eu quem desistiu. Não fui eu quem deixou o que a gente tinha morrer. Não fui eu quem decidiu. Eu ainda sou a mesma pessoa, aquela que você sempre vai amar. Aquela por quem você sempre vai chorar. E vai se arrepender de um dia ter abandonado.

Não somos mais os mesmos

Faz tempos que percebo que a cada dia eu enxergo as coisas de um jeito. E não são problemas da idade, de falta de visão. É percepção. Deve ser o tal amadurecimento que todo mundo comenta. Mas eu também não tenho bem certeza se é isso. Ou se é a vida mesmo que anda esquisita.

Sei que não tenho mais a mesma cabeça dos 20 — nem o corpo, nem os cabelos, nem mesmo o tesão no olhar — e nem sou mais tão impulsiva, mesmo que essa ainda seja uma das minhas características mais marcantes.  A verdade é que tudo está diferente. O mundo é outro. Quando eu tinha 10 anos um homem me assediou na rua, me mostrou o pinto. Ninguém chamou ele de pedófilo. Quando eu tinha 12 anos meu tio faleceu de Aids, ele era gay. Mas ninguém perseguia ele na rua por isso.

Eu fui ter computador com 20, internet em casa com 24. Celular também… Eu andava na rua até tarde sem medo de ser assaltada. Saia das festas sem medo de ser estuprada. Eu usava roupa curta, decote, bebia sem me sentir culpada.

Eu mudei. É claro que sim! Amadureci, talvez não tanto quanto deveria, mas mais do que eu gostaria. Mas todos mudamos. O mundo mudou. E com tanto esclarecimento, tecnologia e conhecimento também aumentou a falta de empatia. Eu sei, sempre toco na mesma tecla. Mas essa semana mais um homossexual foi morto brutalmente. Mais uma menina estuprada por usar roupa curtas. Mais um uber assediou uma passageira… mais uma vez, das muitas que vemos agora todos os dias…

Ah, antes as coisas também aconteciam… a gente é que não sabia! Será? Será que a gente não sabia ou que a gente se colocava no lugar do outro e não julgava? Nós mudamos. Não somos mais os mesmos… e perdemos o amor pelo próximo.

Todos os dias

Todos os dias eu penso em você. Quando acordo, antes mesmo de abrir os olhos, seu sorriso me invade. Quando me deito, seu boa noite me consola. Até quando durmo estou pensando em você, sua voz, seu toque, seus trejeitos invadem meus sonhos e me conduzem por calmos passeios ao teu lado.

Todos os dias controlo meus impulsos. Queria saber mais, queria saber onde estás, como estás. O que tens feito. Mas me conformo com as lembranças e aplaco essa vontade insistente. Todos os dias eu lembro do teu sabor. A todo momento escuto tua gargalhada em minha memória. Saudades daqueles risos, saudades de quando eram meus. Todos os dias.

Mas nem todos os dias quiseram que fossem iguais. E se tem algo que eu aprendi contigo é que nada acontece ao acaso. Se eu não posso te ter todos os dias, a tua lembrança não há de me abandonar. Mesmo que todos os dias sejam só lembranças ainda assim são minhas. Ainda assim são nossas.

Todos os dias eu pensarei em você. De uma forma ou outra, lembrando ou desejando, amando ou odiando, me culpando ou ti culpando. Todos os dias eu serei eu sem você. Você sem mim. Todos os dias eu dormirei com o teu boa noite e me encontrarei com tuas mãos em sonhos. Todos os dias eu seguirei vivendo a te esperar, a te buscar. E um dia, finalmente, nos reencontraremos.

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Maratona Literária

Eu já falei aqui que eu tenho o melhor grupo de leitoras do mundo? Não?! Eu tenho! Já?! Pra minha felicidade eu ainda vou repetir isso muitasssss vezes! E se você ainda não faz parte do grupo aproveita a chance e entra agora!

Enfim, o grupo é show! Tem sorteios, conversas, brincadeiras… E agora vai ter a primeira maratona literária! Exatamente! Uma maratona!

No último sábado, Apenas o nada, meu último lançamento na Amazon, ficou disponível por 24 horas de forma gratuita pro pessoal do grupo. Depois de todo mundo baixar o livro, começamos a ler de fora coletiva e a medida que vamos avançando na leitura, vamos postando comentários nas redes sociais e no próprio grupo! Legal, não?!

Confesso que estou ansiosa pra ver o que pessoal está achando dessa história que é bem diferente dos romances que estão acostumados a ler escritos por mim. Também foi diferente escrever uma história tão sofrida, mas era importante. Espero sinceramente que o pessoal aprove!

Se você também quiser acompanhar essa maratona literária, entra no nosso grupo. E se quiser me dar a felicidade de participar é só adquirir o ebook pela Amazon. No final, vai ter surpresa pra todos que participarem!

Bjos e até a próxima!

Meu par

Eu te escolhi para ser meu par. Não foi ao acaso, por sorte ou por coincidência. Foi uma escolha. Você poderia não aceitar, fugir, correr, sumir, mas resolveu ficar então viramos nós.

Nós que somos, que amamos, que vivemos lado a lado, dividindo as alegrias e tristezas, as conquistas e fracassos ou dilemas. Dividimos as contas, a casa, a cama, as refeições. Até aquele último pedaço de torta de bolacha. Dividimos tudo, ou quase tudo, porque algumas coisas multiplicamos.

Os sorrisos, o amor, a cumplicidade. O carinho e o abraço apertado. Nessa conta, nada é dividido, tudo multiplicado. E a cada novo dia, parece que potencializa essa operação, que nunca teve uma fórmula perfeita, mas que é fácil de entender.

Eu não tenho duvidas que fiz a melhor escolha que poderia ter feito. E quando penso no passado, no antes e em tudo que ficou para trás, sinto saudades. Mas não vontade de voltar lá. Porque o presente é deliciosamente mais imperfeito com todas as coisas do dia a dia, a rotina. Mesmo quando quinta não é dia de pizza.

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Meu outro Eu

Parece assim que a solução seria formatar o vídeo game chamado humanidade e começar a programar tudo de novo, porque assim está difícil viver. Mas e se a gente descobrisse a empatia? Entendendo ela como a complexa arte de se colocar no lugar o outro, quando eu tento pensar o por quê o outro tomou tal atitude baseado nos preceitos e crenças que ele tem. Quando a nossa mãe diz: não faz com o outro aquilo que tu não queiras que façam contigo.

Eu estava na praia, com chapéu modelo beverly hills, blusa térmica para a proteção solar e um par de óculos digno de alguma celebridade, além das calças especiais. Óbvio! É estranho num dia semi nublado, uma figura vestida assim, mas eu entendo que existe um motivo para isso. Tem uma razão para tudo. Eu tenho um lobo dentro de mim, que quando está forte ele me apaga e quando ele está fraco, eu fico acesa.

Ao meu lado, tem um outro Eu. Um outro ser que tinha seus pés na areia, cabelos ao vento, a pele parecia salgada. Eu quase podia sentir o calor do sol batendo direto na sua pele, daquele jeito que esquenta a alma e a brisa faz um cafuné no rosto como a mão de alguém amado, que segura sua cabeça e passa o polegar na sua bochecha. Esse outro Eu tem um coco nas mãos com aquela água que parecia doce e gelada como deve ser. Esse indivíduo me olha e me rejeita, repudia-se o diferente ainda que seja diferente.

Meu lobo transformou minha vida, meu guarda roupa, minha profissão, meu rosto, meu corpo, meu eu. Todos os dias eu converso com ele e descubro qual é o seu estado e digo a ele ,por mais que muitas vezes nem eu acredite, que apesar dele morar em mim, quem manda nele sou eu. Mas ele em alguns momentos vence e eu me aquieto. E percebo que se a vida é uma guerra, ele ganhou uma batalha e eu terei outras vitórias.

O outro Eu me olha de lado, não sei se por acreditar que é superior ou simplesmente por pena. Olho o outro ser e penso em qual seria a sua rotina? Oito horas diárias do trabalho, metas a serem cumpridas, horas extras necessárias, casa para sustentar, arrumar e limpar. O desejo de um refogado de mãe quando tudo que se tem é um sanduíche pedido no delivery da esquina. Porque até ele chegar ganha-se mais horas no computador. Penso que os diferentes agrupam-se em seus iguais e assim vivemos nos segmentando em grupos. Que compreender a rotina do outro não é tão fácil e que todos temos as nossas miserabilidades, todavia condenamos outros em miseráveis com apenas um olhar. Olho novamente para o outro Eu e sorrio.

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Este lindo post foi escrito pela Renata Moreira, uma escritora nata, que está começando a carreia escrevendo um romance que promete arrancar risadas, lágrimas e boas reflexões.

Cálculos da vida

Eu nunca fui muito boa com noções de espaço, números, distâncias, cálculos ou geografia. E nem com o tempo. Para mim a madrugada do dia sempre foi a do dia seguinte. Assim como enquanto eu não durmo ainda é o mesmo dia.

Eu nunca fui muito boa em explicar caminhos. Eu apenas sei chegar lá. São habilidades que me faltam, mas nunca me fizeram falta. Pra que eu preciso saber qual é a esquerda e a direita, se basta balançar a mão que eu escrevo e sei qual é. Mas eu preciso balançar a mão para saber.

Fico pensando em quantas coisas eu não sei, quantos conceitos eu não decorei. Quantas formulas eu me esqueci, nunca aprendi ou deixei passar. A regra de três, eu ainda faço com aquele macete de criança, colocando os números no papel, cruzando o x no meio, multiplicando e dividindo. Eu Não sei fazer de outro jeito.

Mas eu sempre soube ouvir, sempre soube escrever. Sempre soube falar de sentimentos. Eu sei chegar onde eu quero, sei lutar pelo que preciso, sei o quanto o tempo significa para mim e sei o quanto uma noite insone pode ser generosa ou dolorida.

Eu entendo da vida, das pessoas, das coisas, dos sentimentos… não dos números. Eu entendo que a vida vai além das fórmulas, das regras, das geografias. As distâncias estão mais relacionadas aos sentimentos que aos quilômetros, então não faz diferença o que dizem os mapas. Eu entendo que noção de espaço está relacionado ao quanto alguém ocupa meu coração.

Não me faz falta esse monte de teorias, o que me faz falta é o calor humano, a boa conversa, as risadas com amigos, os abraços e beijos que deixamos de lado. O tempo, o espaço, a distância e os números só são válidos se estiverem relacionados ao que você aproveita da vida.

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É possível que um bate papo virtual desperte a vontade de recomeçar a vida depois de perder seu grande amor e tentar o suicido? “Sexo Virtual, Amor Real” conta a história de Marina, uma mulher de 24 anos , que começa um novo caminho a partir do momento que conhece o segundo Leonardo de sua vida.

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